segunda-feira, 5 de maio de 2008

Diferente...

Que as pessoas são diferentes, todo mundo já sabe!
Mas como podemos aceitar o que é diferente de nós sem julgar,
ou atirar um monte de pedras?!
Ah, o tão falado respeito...se ele funcionasse bem com o ser humano não haveria discriminação de nenhum tipo.

Eu mesma rejeito tudo o que contrário a mim, na maior parte das vezes é
involuntário, nem percebo que faço tal coisa.
Mesmo sabendo que devemos aceitar as pessoas como elas são não o fazemos!
E por que? Alguém tem a resposta?

Acho que a resposta está em nosso interior... sempre queremos que as pessoas
sejam como nós (mesmo que não admitamos) tenham os mesmos gostos, crenças...
em fim, pensem como nós... as tantas guerras e atos de violência que temos conhecimento, muitos foram em função dessa imposição forçada de valores que nós, simples seres, tentamos o tempo todo, seja no trabalho, faculdade, casa, igreja, com os amigos ou sei lá o que mais.

Como exemplos desses atos violentos temos Hitler, um branquelo azedo (desde já peço desculpas às pessoas de pele branca pelo termo preconceituoso) que não aceitava
os judeus, os negros, deficientes físicos e mentais, entre outros e por fim se achou no direito de exterminar com todos eles! Sem comentários!!!Outro exemplo são os portugueses com a tentativa forçada de converter os índios
ao cristianismo.

Fatos históricos. Prova de que somos preconceituosos e tentamos mudar o outro o tempo todo.
A diferença é que uns tem poder suficiente pra fazer um bom estrago... outros, como eu, só conseguem jogar umas pedrinhas.

Hum, dizem por aí que somos livres para ser quem somos e pronto!
Realmente, temos muita liberdade de expressão na sociedade em que vivemos, mas não estamos livres de julgamentos precipitados e preconceituosos.
Este texto, por exemplo, vai receber diversas críticas, mas pro meu alívio,alguém vai gostar.

Finalizo este pensamento com a certeza de que ainda irei rejeitar muita coisa diferente de mim, mas sempre que eu perceber essa atitude tentarei manter o respeito pelo outro, sem tentar obrigá-lo a ser como eu!